Escola tem a rede mais exigida e o dado mais sensível de qualquer segmento — e, na maioria dos casos, a TI mais improvisada. Centenas de dispositivos num roteador de casa, laboratório com metade das máquinas funcionando e cadastro de aluno numa planilha aberta na secretaria. Funciona até o dia em que a prova digital não abre, ou até o dia em que alguém pergunta pela LGPD.
Wi-Fi que aguenta a escola cheia
- Pontos de acesso dimensionados para o número real de alunos, não para o número de salas.
- Redes separadas: administrativo, professores, alunos e laboratório — uma não derruba a outra e o sistema acadêmico fica protegido do que acontece na rede dos alunos.
- Filtro de conteúdo na rede dos alunos, com regras da escola.
- Link redundante: aula com material online não pode depender de uma operadora só.
LGPD: dado de criança tem proteção especial
A LGPD trata dado de criança e adolescente com regras próprias: tratamento no melhor interesse do menor, consentimento dos responsáveis, controle rigoroso de acesso e resposta a incidente. Boletim, laudo, foto, dado de saúde e endereço de aluno são responsabilidade da escola — de qualquer tamanho.
O básico que resolve a maior parte
- Sistema acadêmico com acesso por perfil, não planilha compartilhada.
- Senha forte e dois fatores para quem acessa cadastro e notas.
- Backup criptografado, fora da escola, com restauração testada.
- Acesso revogado no dia em que professor ou funcionário sai.
Laboratório: aula planejada para 30 acontece com 30
Máquinas padronizadas, manutenção preventiva em período sem aula e reposição planejada. É simples, é barato em relação ao custo de uma aula perdida, e quase nenhuma escola faz.
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