O técnico de segurança não consegue estar em todos os lugares. A câmera consegue.

Capacete que não foi colocado, cinto que não foi travado, área restrita acessada sem autorização: o acidente quase sempre é precedido de uma regra quebrada que ninguém viu. Com inteligência artificial sobre as câmeras que a empresa já tem, essa quebra é detectada no momento em que acontece — com alerta e evidência para o SESMT agir antes do acidente, não depois.

Sem custo · Sobre as câmeras que você já tem · Londrina e região

Por que a regra é quebrada sem ninguém ver

Não é falta de norma nem de treinamento. É falta de olho — e olho humano não escala.

EPI que fica na mochila

O treinamento foi dado, a ordem de serviço foi assinada, o EPI foi entregue — e, no calor da operação, não é colocado. Quem fiscaliza não está lá naquele minuto.

Área de risco acessada sem autorização

Atalho pelo pátio de manobra, entrada em área de empilhadeira, acesso a espaço confinado ou a zona com risco de explosão sem o procedimento.

Evidência que não existe

Na investigação de um acidente ou numa fiscalização, falta registro do que de fato aconteceu — e a empresa fica com a palavra de um lado contra a do outro.

Indicador de segurança que é estimativa

Quantas vezes a regra foi quebrada no mês? Em qual turno, em qual setor? Sem medição, o programa de segurança trabalha no escuro e só reage a acidente.

O que costuma mudar

O que muda na rotina do SESMT e da liderança.

Antes Depois Resultado
Fiscalização por ronda: o técnico vê o que acontece quando está lá. A câmera observa o tempo todo, em todos os setores cobertos. A quebra de regra deixa de depender de quem está passando.
Ocorrência comunicada horas depois, ou nunca. Alerta no celular do técnico e do líder no momento em que acontece. Correção no mesmo turno, antes de virar acidente.
Investigação de acidente sem registro do que houve. Evidência em imagem, com data, hora e local. Investigação com fato, e documentação para a fiscalização.
Indicador de segurança baseado em acidente registrado. Indicador baseado em comportamento, antes do acidente. O programa passa a prevenir, não só a contabilizar.
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Perguntas frequentes sobre IA na segurança do trabalho

Isso substitui o técnico de segurança?

Não — amplia o alcance dele. O técnico continua fazendo o que só uma pessoa faz: orientar, treinar, investigar, decidir. O que muda é que ele passa a saber onde e quando agir, em vez de depender de estar no lugar certo na hora certa. Nos projetos que entregamos, o ganho é de cobertura, não de redução de equipe.

Preciso trocar as câmeras da fábrica?

Em geral, não. A detecção roda por software sobre o vídeo das câmeras atuais. Avaliamos posição, altura, ângulo, resolução e iluminação de cada ponto: muitas servem como estão, algumas precisam ser reposicionadas para enxergar bem a área e o colaborador. O diagnóstico aponta isso antes do investimento.

Como fica a LGPD e a relação com o colaborador?

Imagem de pessoa é dado pessoal, e a empresa precisa de base legal, aviso visível no local, política de retenção e controle de quem acessa. Recomendamos tratar o sistema como ferramenta de prevenção, comunicada à equipe e à CIPA — não como vigilância velada. A finalidade de segurança do trabalho é legítima, e o desenho do projeto já nasce com isso documentado. A Polaris é empresa de cibersegurança: essa parte é nosso trabalho, não um detalhe.

A detecção erra?

Nenhum sistema acerta 100%. O que se busca é um nível de acerto que gere confiança e pouco alarme falso — e isso depende de posicionamento, iluminação e ajuste das regras por área. Por isso começamos com um escopo pequeno, medimos o resultado real no seu ambiente e só então ampliamos. Desconfie de quem promete precisão perfeita sem ver a sua operação.

Serve para obra, e não só para indústria?

Serve. Canteiro de obra, armazém, pátio de carga, cozinha industrial e oficina têm as mesmas necessidades: EPI, área de risco, trabalho em altura. O que muda são as regras por área e o posicionamento das câmeras — e, no canteiro, a rede precisa ser pensada para ambiente provisório, o que também fazemos.

Quanto custa e quanto tempo leva?

Depende do número de câmeras, dos tipos de detecção e do que existe de rede. O caminho usual é começar por uma área crítica, com escopo e preço fechados, medir e depois expandir. O diagnóstico é gratuito: visitamos a operação, olhamos as câmeras e saímos com uma proposta clara.

Quer saber quantas vezes por dia uma regra é quebrada na sua operação?

Uma visita, uma olhada nas câmeras e nas áreas críticas, e um diagnóstico do que dá para detectar automaticamente. Sem custo.

AGENDAR DIAGNÓSTICO GRATUITO ou ligue 43 3017-4932 · Seg. a Sex., 8h30 às 18h
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