Farmácia junta duas coisas difíceis para a TI: uma operação de varejo que não pode parar — cliente com receita na mão não espera — e o dado mais protegido da LGPD, o dado de saúde. Receita, histórico de medicamento controlado e resultado de exame são "dado sensível", com regras mais rígidas de acesso e proteção. E a farmácia responde por eles.
No balcão: o que não pode cair
- PDV e TEF: máquina dimensionada, sistema atualizado, suporte que atende em minutos.
- Impressora fiscal: configuração e rede — a maioria das falhas é de rede, não da impressora.
- Internet: TEF e sistema em nuvem dependem dela. Link reserva com troca automática.
- Redes separadas: caixa, administrativo e Wi-Fi público não podem dividir a mesma rede.
No cadastro: o que a LGPD exige
- Acesso à receita e ao histórico por perfil, com registro de quem viu o quê.
- Senha forte e dois fatores para quem acessa dado de cliente.
- Backup criptografado, fora da loja, com restauração testada.
- Acesso revogado no dia em que um funcionário sai.
Rede de farmácias: padrão em todas as lojas
Com várias unidades, o problema deixa de ser técnico e vira de gestão: cada loja resolvendo TI do seu jeito, sem visibilidade central. Uma TI só para todas — com padrão, um responsável, SLA e valor mensal por loja — é o que faz o gestor saber do problema antes de o gerente ligar.
E o laboratório?
A mesma lógica, com um cuidado a mais: o equipamento de análise precisa de rede própria, separada do administrativo e do público. Problema de um lado não pode parar o outro.
Veja também como a Polaris atende farmácias e laboratórios, clínicas e consultórios e varejo e redes de lojas.
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